Enfermagem presente na 7ª Marcha a Brasília

Na manhã desta quarta (06), aproximadamente 40 mil trabalhadores de todo o Brasil, segundo a Polícia Militar, participaram da 7ª Marcha a Brasília
Na manhã desta quarta (06), aproximadamente 40 mil trabalhadores de todo o Brasil, segundo a Polícia Militar, participaram da 7ª Marcha a Brasília, organizada pela Força Sindical, pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), pela Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), pela Nova Central e pela União Geral dos Trabalhadores (UGT).
A categoria da Enfermagem também esteve presente por meio do Bloco da Enfermagem com representantes do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), “Fórum Nacional 30h Já: Enfermagem unida por um único objetivo”, Federação Nacional dos Enfermeiros (FNE), Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), além de profissionais de Enfermagem.
A multidão caminhou por cerca de 3 horas o trajeto do Estádio Mané Garrincha até o Congresso Nacional, pelo Eixo Monumental, onde fizeram a manifestação. A intenção foi de sensibilizar o governo a negociar a pauta trabalhista.
A divulgação da categoria da Enfermagem no movimento da marcha das centrais ocorreu através de uma manifestação política significativa, na medida em que a demanda específica da Enfermagem foi inserida no âmbito das grandes reivindicações sindicais do Brasil. Isso permite que a sociedade, o Governo e o Congresso Nacional identifiquem o movimento de regularização da jornada dos profissionais de Enfermagem em 30 horas, para melhorar a qualidade dos serviços de saúde que são prestados no Brasil. “O que a categoria da Enfermagem reivindica é a melhoria dos serviços prestados à população de modo geral, através da fixação de uma jornada que dê condições aos profissionais para atuarem bem”, ressalta o Conselheiro Federal Antonio Marcos Freire, que esteve presente na passeata.
Já Irene Ferreira, também Conselheira Federal representante do Cofen na marcha, enfatizou a importância da luta pelas 30 horas nos diversos espaços como uma forma de sensibilização. “É preciso deixar viva a necessidade que os profissionais de Enfermagem têm de conseguirem a sua jornada de trabalho aprovada e finalmente implantada”, finaliza.
Fonte: Cofen