HÁ MAIS DE DEZ ANOS O MESMO DISCURSO: ESTAMOS QUEBRADOS E NÃO DISPOMOS DE RECURSOS FINANCEIROS PARA DARMOS AUMENTO SALARIAL AOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE. VAI ENTENDER!

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Atendimento hospitalar em Curitiba não sofre maiores prejuízos
18/05/2016 12:10:00
Segue abaixo nota emitida pelas instituições representativas dos serviços privados de saúde, com ou sem fins lucrativos, a respeito da paralisação anunciada para começar nesta quarta-feira. O Sindipar, Fehospar e Femipa, através de suas diretorias, assinalam que o levantamento realizado entre todos os hospitais de Curitiba não mostrou desabastecimento no atendimento à população. Algumas manifestações momentâneas ocorreram à porta dos estabelecimentos, em iniciativa do Sindesc, sem, contudo, comprometer o funcionamento dos serviços. As adesões foram pequenas, levando à interpretação de que os trabalhadores reconhecem o momento de grande dificuldade a que passa o Brasil, sobretudo o setor de saúde, que no relacionamento com a área pública não teve qualquer recomposição dos valores dos serviços nos últimos cinco anos, exceto alguns fatores de incentivo. Nesta quinta-feira (19) haverá audiência de dissídio no TRT, quando se espera uma solução negociada para encaminhar a CCT 2016/2017.

NOTA CONJUNTA SINDIPAR, FEHOSPAR E FEMIPA
SOBRE PARALISAÇÃO DOS EMPREGADOS DOS SERVIÇOS DE SAÚDE
As instituições representativas do setor privado de serviços de saúde receberam do sindicato da categoria trabalhadora ofício sobre indicativo de greve a partir de 6h da manhã desta quarta-feira, 18, em rejeição à proposta para celebração da convenção coletiva de trabalho de 2016/2017. Feito balanço ao final da manhã entre todos os estabelecimentos hospitalares particulares de Curitiba, observou-se que não houve prejuízos maiores no atendimento eletivo ou de urgência, eis que em significativa parte dos locais sequer foram detectadas adesões e falta de funcionários. O Sindipar, sindicato patronal que conduz as negociações, enaltece o grau de comprometimento dos empregados em fazer o seu melhor na atenção à saúde da população e lamenta que, tendo a remuneração pelos serviços que presta imposta pelos gestores públicos e de planos de saúde, não possa atender no momento ao pleito de reajuste com ganho real nos salários e benefícios. Os dirigentes do setor ressaltam o cenário econômico de grande dificuldade no país e que a preocupação presente é a de preservação dos postos de trabalho, ainda que leitos e serviços estejam sendo desativados de forma acentuada. Assim, esperam que a audiência a ser realizada na Justiça do Trabalho às 14h30 desta quinta-feira, 19, possa se encaminhar para conciliação e que as instituições hospitalares continuem tendo as condições necessárias para prestar atendimento de qualidade e segurança.
SINDIPAR, FEHOSPAR, FEMIPA e Instituições Associadas.
Fonte: Sindipar